Caros amigos bangers que acompanham o Arena Metal PE. É com muita satisfação que relatamos o espetáculo protagonizado pelo CRUOR e MEGADETH.

O espetáculo começou com a multidão de banger, que não parava de chegar de todos os lugares de Pernambuco e estados vizinhos.

Eis que então os pernambucanos do CRUOR, a banda de Thrash Metal mais antiga de Pernambuco, sobe ao palco mostrando o porquê de estarem ali dividindo palco com o Megadeth, os caras oscilaram faixas de seu novo EP Unburied e clássicos de seu CD, sendo elas: “Whitechapel” – “Septem Sermone Ad Mortuos” – “Slow Death Machine”.

 

Em seguida eles vieram com a destruição da – “Escape To The Void” (que dispensa apresentação) a banda fez um set intercalando sempre algo antigo com algo novo e mandaram ainda:” Not Today” – “Game Of Words” – “Torture” – “Under The Sun”, logo em seguida – “Postmortem” (Slayer) e mais duas que finalizaria essa noite as faixas: “Seca” – “One Man’s Manifesto”. Eu disse duas? Ah é que “Insane Harmony”, última executada naquela noite, é mais que uma música, pode ser considerada um hino no Thrash Metal pernambucano.

O CRUOR protagonizou um verdadeiro show com uma empolgação contagiante. Os caras deixaram o público totalmente pronto para a atração que seria a mais esperada.

Sem muita demora, era chegada à hora do MEGADETH, com sua tour de aniversário de 20 anos, lançamento do seu mais conhecido álbum “RUST IN PEACE” e não poderia faltar os grande clássicos tais com “ SKIN O’ MY TEETH” “ SHE-WOLF” “HOLY WARS ...THE PUNISHMENT DUE” “HANGAR 18” “RUST IN PEACE...POLARIS” “THUST” “ SYMPHONY OF DESTRUCTION” entre outros. O Público parecia não acreditar no que estava assistindo. A grande maioria acompanhava Dave Mustaine nos vocais. Além dos clássicos. Os caras mandaram: “HEAD CRUSHER” em seguida “THE RIGTH TO GO INSANE” do seu mais recente e excelente álbum ENDGAME.

O que mais eu posso fala caros leitores do ARENA METAL PE? Foi perfeito.

Só temos agradecer a produção que proporcionou esse belo espetáculo.

                            

                                                    Texto por Willian Headbanger -  Edição Hugo Veikon