Mais uma vez Recife foi palco de um grande espetáculo de uma banda de hard rock dos anos 80, depois do DEEP PURPLE e SCORPIONS, foi a vez dos  Ingleses do  UFO.

Que a produtora INCARTAZ, em parceria com a BLACKOUT DISCOS,  nos proporcionou, na calorosa noite do dia 29 de maio de 2010.

A massa roqueira de todas as idades e regiões próximas, tanto deste estado bem como dos estados vizinhos, vieram fazer parte dessa história. A galera chegou cedo, pois todos estavam ansiosos para ver uma das lendas vivas que é o UFO, atualmente com um formação quase clássica, com o front man: Phil Mogg (vocais)  o virtuoso  Vinnie Moore (guitarra)  o multi - instrumentista Paul Raymond (teclados,e guitarra) e na cozinha Barry Sparks (baixo) que substituía o grande Pete Way, que não foi possível sua vinda para a turne brasileira, por motivo de saúde e o Andy parker(bateria).

 

Lá por volta das 23h20, logo após da intro não poderia se melhor os vovôs do hard rock entram com a agitada “Let it Roll” colocando todos que se encontravam no recinto pra pula freneticamente, sem falar que a lenda continua mais viva do que nunca. O front man, Phil Mogg, mostrou pra todos que seu vocal está cada dia, ou cada década, melhor, em seguida os clássicos que continuava colocando a massa pra pula - “Mother Mary”- a vez do Raymond mostrar porque ele é multi - instrumentista, saindo

dos teclados para fazer guitarra base nesse clássico, então entra a fase Vinnie Moore com a música “Daylights góes town”, nessa hora a galera das antiga vai molhar a gargante, inclusive eu, eis que surge outros Clássico “Out in the Sreets e  This kids”, rolou também músicas do trabalho mais recente “Helldriver”,  quando menos esperamos, outros clássicos como a “ Only you can rock” era o público cantando, mas quando Raymond tocou a primeira nota da música “Love to Love” eu só observei a galera se abrasando:  amigos, casais...etc, as lágrimas rolaram solta (risos).

Depois disso rolou: “I Ain´t No Baby”, hora de comprar mais cervas e se preparar para mais clássicos. Muito empolgante a Too Hot to Handle” sem fala que o virtuoso  Moore toca com a guitarra na nuca e o baxista Barry simplesmente o mesmo e ficaram ambos tocado com a os estrumentos na nuca , e Morro ainda deu uma palinha a Hendrx , com os dentes e a o show não pode para em seguida vem mais clássico “Lights Out” parecia que o show tinha apenas comesado , todo mundo pulanndo gritando , cantando uma loucura geral.

Depois disso tudo o granfinale, bastou  a primeira nota pra sentirmos isso, a música mais esperada da noite: “Doctor  Doctor ” - e tome gritaria e chororô - arrepiou até quem não tinha pêlo, em seguida, mais despedia “Rock Bottom”  e todos cantavam ...“Rock Bottom, Rock Bottom, Rock Bottom”... Emocionante.

Chegando o término do maravilhoso espetáculo, proporcionado pelos britânicos, que interagiu muito com o público e sentiu muito o calor de Recife e do público lá presente. O show encerra com muito ânimo com e um coro “Shoot Shoot” e ninguém ficou parado.

Indubitavelmente, um show pra ficar na memória de quem foi e mais um pra coleção da história de shows clássicos em Pernambuco.

Já que estamos falando de bandas lendárias, não poderia se melhor uma homenagem ao mais lendário vocalista o recém falecido DIO, o DEUS do Metal mundial, que foi muito bem representado pela banda pernambucana DIO COVER, os caras começaram com “Die youg/Neo Knights”, em seguida, “KILL THE KING” e por ai foi um desfile de clássico, uma música especial me chamou a atenção, no momento em que eu estava na frente do palco, pude ver eu dos seguranças (pit bull) cantando uma das mais belas canções do DIO Don´t Talk to Stranger”  momento que observei que a produção, desta vez colocou profissionais que entende do movimento, profissional este que sabe diferencia confusão a empolgação de headbangers, parabéns PIT BULL. Ainda rolou as: “Children of the Sea”, “Long Live Rock and Roll”, “Rainbow in The Dark” - nessa hora subiu ao cara muito empolgado e tomou o microfone do vocalista e começou a cantar, mas longo ele foi retirado do palco sem muito estresse. Depois a instigante Stragazer” colocou “todo mundo” pra cantar e pular, não muito diferente da que seria a última “Heaven and Hell”.

Quando todos achavam que já estava no final os caras conseguiram um tempinho para um extra e tocaram mais uns três músicas, então mandaram um das últimas composições no final de sua carreira em vida - “Blible Black”,  infelizmente o tempinho extra acabou, antes da hora, pois nos últimos acordes da música citada a cima um das cordas do baixo rompeu-se, impossibilitando que os caras tocassem mais.

Caros leitores, para aqueles que foram ao show e ficou até o final, tenho certeza que não se arrependeram, para aqueles que não viram o DIO Cover, meus sentimento, pois perderam sem sombra de dúvida, a melhor apresentação dos caras.                            

                                                   Texto e fotos por Willian Headbanger -  Edição Hugo Veikon