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Após o cancelamento da apresentação na Bahia, um período razoável de especulações e incertezas, eis que se confirmar show da BELPHEGOR e RAGNAROK, em recife.

O local escolhido para receber tal acontecimento, foi o Bar Burburinho, um reduto tradicional, que abriga em sua maior parte adeptos do blues, mas nesta data seria diferente, seria extremo, seria matador.

Os responsáveis para abrir  foram e PANDEMY (?), aproximadamente as 19h, vem esta banda com uma proposta mais para o Death Metal. No entanto, a música de abertura foi a Self-Destruction, faixa que empresta título ao primeiro trabalho. Heretic Life é outra também desse mesmo material Debut da banda. Contando com um Público um tanto quanto tímido.

Ainda, Involution of a Lost Society e Point of no Return foram as seguintes. Destaque à boa qualidade para a mesa e os caixas de som. Troops of Doom (cover do Sepultura) esquentou ainda mais o público, apesar do grande calor que já fazia. E encerraram com The Prince of Dignity. faixa que não estava programada para ser tocada.

Apesar da banda Pandemmy  ter uma boa postura em palco, vale comentar que: temos em nosso cenário bandas que representam o Black Metal neste estado, estilo das bandas responsáveis por aquela noite.

Durante o  intervalo sobe ao palco a RAGNAROK e descem rapidamente. Após alguns ajustes em seus instrumentos retornam e dessa vez para e apresentação. Em divulgação do plausível Collectors Of the King (2010), Jontro e companhia executam o fulminante: It`s war - Stabbed by the Worms foi a segunda faixa. A destacar de forma negativa seria o som baixo da guitarra de Bolverk. Pagan Land

é um dos hinos mais antigos desses noruegueses.

Colletors of the King continuou a manter a porradaria, o que acabou refletindo no público, abria rodas nesta hora já era bem superior (algo incomum para Shows do estilo), I’m Hour of Satan (letra essa escrita  pelo poeta  Espen Dyngen). O encerramento ficou a cargo de Black door Miracle. Nome título do seu  álbum anterior. Hansfysrtste provou ser um substituto  a altura de Hoest (Dono do Taake), qualificada banda do mesmo país. Grande apresentação.

O BELPHEGOR teria que fazer muito para superar.... 

Já havia passado das 21h quando o Belphegor subiu ao palco, como intro: Feast Upon the dead. Nos primeiros riffs de In Blood - Devour This Sanctity. Quase o Burburinho vem abaixo. Não considere exatamente isto como força de expressão. Hellmuth (Guitarrista / Vocalista e Lider deste panzer) em seu rosto, principalmente, era notório a satisfação de como foram (a Banda em um todo) recebidos pelo público, que contava com a “casa cheia”, isso em Recife é coisa rara.

Hell Ambassador e Angeli Mortis de Prozundis (uma das maiores faixas do atual álbum: Blood Magick Necromance) de 2010. Muito bem recebida pelo público, que em sua capacidade máxima digladiava em rodas hereges.

Estes Gigantes austríacos do underground Extremo vêm com: Vereration diaboli (I am Sin) e Impaled Upon Tongue of Satan, que transformaram em pandemônio aquele local. O público uníssono pedia por sua faixa mais clássica: Lucifer Incestus e tiveram, nestes aproximadamente mais de 3 min. a cravada no peito das hipócritas e escorias  religiões judicas. Hora da penúltima track, falo da Rise To Fall And Fall To Rise, outra que se destaca naturalmente e para encerrar a fudida Bondage Goat Zombie. Sei que alguns não concordarão comigo, mais foi o melhor show extremo em Recife. Como disse logo no início desta resenha da Belphegor: Eles teriam de Superar... Uma resposta para mim mesmo - Eles superaram. Hail Black Metal.

Texto por Krakum Santos
Fotos por Willian Headbanger

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