Bandas: MAUA

Categoria: Death Metal

Ano: 2016

Existe m  duas bandas que mais gosto de Sergipe: MAUA e FINITUDE. E já tive o prazer de resenhar ambas. A receita que a MAUA usou  em ‘Conscience’, álbum de 2009, também foi usada no recém lançado ‘Unconscience’, ou seja, um  thrash misturado com  death , que resulta nesse som bem trampado e empolgante... e em falar em empolgação o vocal Erico Groman é a instiga em pessoa, mas vamos por partes.

A parte que critiquei no material passado aqui sofre u mil e um elogios: o encarte. Que material gráfico ‘filho da puta’. Sajid Wajid Shaikh foi o responsável por tal arte e diagramação no encarte e Marcelino Hora coordenou a direção e fotografia. A capa já chama atenção e a parte interna é espetacular, somada ao som que eles compuseram eu garanto que  também prenderão sua atenção.

Sem vinheta como intro, aqui é tocado algo que dá pra fazer em qualquer show.  E quando uma banda começa com uma música como essa “Resist” já agrada a quem gosta de som violento. Apesar da lapada, eles fazem momentos de cadência e na mudança de um riff para outro eles ainda fizeram uso de inserção de som de uma arma engatilhando, soou ainda mais agressivo. Uma faixa recheada de riffs.

As músicas merecem uma atenção especial, pois há vários arranjos de guitarras. Em alguns momentos soam mais que duas guitarras (não tenho certeza dessa inclusão de uma terceira guitarra, mas soa como fora três), o trabalho de baixo tem lá seus ótimos arranjos e o batera vem com detalhes até mesmo no chimbal, como aberturas desse hi-hat nessa faixa “Volatile”.

Todas as músicas têm lá seus pontos altos, mas uma das que mais me chamou atenção foi “Break Through” por vários pontos, arranjos de suspense no início a mudança de clima logo após o primeiro minuto. Não estou exagerando parece que a base introdutória da música foi cronometrada para ser exatamente 1 minuto. A letra também tem um conteúdo muito legal sobre cada um tomar conta de sua vida.

Outra que gostei muito por suas partes ‘chiclete’ é “Warhead”. Em meu ponto de vista as guitarras poderiam ser um pouco mais limpas para os arranjos aparecerem com mais definição, mas é apenas meu ponto de vista. Parabéns ao time que forma a Maua e todos que fizeram parte desse trabalho.

RESENHA CONSCIENCE

(por Hugo Veikon)

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