Banda:KRIVER

Categoria: Heavy  Metal

Ano: 2010


Um Hard Heavy primoroso é o som que a KRIVER executa. A banda formou-se e logo fez suas composições, parece que as músicas soarão toscas, pela elaboração precoce das mesmas, mas afirmo que essa teoria não funciona na banda KRIVER.

A banda formada por Jahyr Cesa -  vocais; Guilherme Cordasso – baixo;  Bruno Oliveira – guitarra; Thiago Quintino – guitarra e Ricardo Lira – bateria. Eles elaboraram mais quem um EP, em minha opinião, o petardo soa como uma trilha sonora de filme, tem todo potencial, muita melodia aqui casa perfeitamente com a ocasião. A banda faz exatamente o que mostra em seu rótulo Hard / Heavy.

O Material começa com a faixa título “Toxic Blood” com excelente encaixe de vocal Heavy  nas melodias, refrão repetitivo que termina você decorando, isso não é ruim, pelo contrário é mais um ponto para banda. Solos no melhor estilo hard um casamento perfeito.

“Dirty Thoughts” próxima faixa que não deixa dúvida a proposta da banda (Hard/Heavy). Aqui a cozinha trabalha bem, o som do baixo tocado por Guilherme deixa seu grave marcado. As marcações nos trabalhos de pratos de batera, com levadas de caixa e surdo, adicionados a curtas viradas de caixa, típico do estilo. As melodias da guitarra são excelentes com riffs e dedilhados, mais um solo, algo que não poderia deixar de ter. Um dueto de vocal e assim é a “Dirty Thoughts”.

Aqui eu me acabo -“Whore Love” - levada meio country mais trabalho em ritmos principalmente pelas bateras, e o que falar do agudo explorado por Jahyr? Deixe que eu mesmo responda. IMPECÁVEL! vocal que nos faz lembrar James (Dream Theath) e Mark Boals (Ring of Fire). Esta faixa tem uma ótima melodia, refrãos que não saem da cabeça e arranjos bem dosados.

Ainda com “Sorrow” a banda faz a introdução com teclados, aqui a banda apela mesmo o hard rock, uma pura balada. Na linha de música “deprê” algo que sinceramente não aprovo, deixaria isso para bandas que querem parar nos flashes back de Love songs (talvez essa seja a proposta da banda para esta música).

Por fim, vem a “What is That” uma faixa mais rock’n’roll até o vocal de Jahyr fica mais áspero com acompanhamento de back vocal, ótimo  temas nas guitarras. Para fechar a faixa eles cantam e o batera Ricardo Lira sustenta sozinho. No melhor estilo Kiss (mestres).

Meus sinceros parabéns a banda, pois nunca ouvi um material tão bem gravado no estilo proposto. Conseguiram mostrar um trabalho totalmente profissional, até mesmo no visual, algo que eu particularmente exijo de uma banda. Material cotado para virar Hit em menos de 2 meses.

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(por Hugo Veikon)