Banda: ASSASSINATION

Categoria: Death Metal

Ano: 2010

Aos que não conhecem a banda ASSASSINATION, esta é uma banda oriunda do município de Petrolina/PE e foi fundada em 2007, tendo como sua formação um power trio, isso já nos lembra uma grande banda nacional, mas vamos continuar, os insanos que integram a ASSASSINATION são: Pablo Possessed (g/v) – Rodrigo Death (bt) – Val Omen Christ (bx). A proposta aqui é tocar um brutal Death Metal na melhor linha Krisiun, esta é a referência a qual falei, que pode nortear a quem desejar em ouvir a ASSASSINATION.

Foi em 2010 que a banda lançou o Assassinando Dogmas, mas foi apenas neste ano de 2012 que o material chegou em minhas mãos. O mesmo não é das melhores gravações, mas me fez lembrar aqueles lançamentos antigos underground que ficaram consagrados. O demo contém dez músicas e se inicia com a faixa que dá nome ao material, Assassinando Dogmas, se você acha que  o som por veloz as músicas serão curtas, você está totalmente enganado, porque fôlego e resistência não faltam na ASSASSINATION. De cara uma música de quase 9 min.

A lapada segue com Desejo Insano, que já é mais curta e com mais cadência, acredito que para amenizar a brutalidade de faixa anterior. O que vou destacar aqui na banda Assassination é a inacreditável capacidade que Pablo Possessed tem é conciliar os ótimos riffs, solos e vocal monstruoso.

As demais músicas seguem na mesma linha, oscilando com extensos minutos de 7min a 8min como outras de tempos mais comuns (curtos). Na grande maioria as faixas são em português possibilitando você entender a mensagem, que normalmente aborda temas sobre anticristianismo, guerras e satanismo.

Para quem curte o brutal Death Metal ASSASSINATION está na lista das bandas recomendadas por este site e sinceramente fiquei imaginando o vocal monstro de Pablo Possessed ao vivo. Ficamos no aguardo de um próximo material e que venha com mais produção e melhor divulgação, porque esta banda tem possibilidade de alcançar maiores horizontes.

Myspace

                                                                                          (por Hugo Veikon)

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